sábado, 1 de julho de 2017

Ônibus de turismo terão faixas exclusivas para estacionamento no encerramento da Bauernfest

Ônibus de turismo em Petrópolis (Foto: Divulgação/Prefeitura de Petrópolis)



Ônibus de turismo em Petrópolis (Foto: Divulgação/Prefeitura de Petrópolis)
















A Avenida Barão do Rio Branco e a Rua Souza Franco, no Centro dePetrópolis, na Região Serrana do Rio, terão uma faixa exclusiva para estacionamento de ônibus de turismo no último fim de semana da Bauernfest, neste sábado (1º) e domingo (2). Segundo a Prefeitura, no primeiro fim de semana da festa que homenageia a cultura alemã, a cidade recebeu 152 ônibus de turismo.
Segundo a Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), os locais serão uma alternativa, caso os estacionamentos do Quitandinha e Bingen fiquem lotados. Ainda de acordo com o órgão, garagens de empresas de transporte público também estarão disponíveis.
“Recebemos mais de 150 mil pessoas durante o fim de semana, boa parte delas visitantes que chegaram a cidade em ônibus fretados. Como para este fim de semana a expectativa é de recebermos ainda mais turistas, estamos estruturando a cidade, disponibilizando mais áreas para abrigar os ônibus de turismo”, explica o presidente da CPTrans, Maurinho Branco.
O desembarque dos visitantes deverá ser feito em uma área demarcada próximo ao Relógio das Flores, no Centro.
FONTE: [http://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/onibus-de-turismo-terao-faixas-exclusivas-para-estacionamento-no-encerramento-da-bauernfest.ghtml]

No Pará, festas juninas preservam símbolos locais


 Roberto Castro/MTur

Esqueça a canjica, a pamonha e o quentão. Em Bragança, cidade distante 210 km de Belém, no Pará, os pratos à base do milho verde dão lugar aos típicos da culinária local. As festas juninas paraenses não se afastam das raízes. O pato no tucupi, a maniçoba e o tacacá fazem a festa enquanto, nos palcos, as quadrilhas o espaço com as apresentações culturais locais dos cordões de pássaros e dos bois-bumbás.

 Roberto Castro/MTur
Característicos da cultura paraense, os cordões de pássaros são apresentações que combinam teatro, música, dança e lições de respeito à natureza. Os enredos giram em torno de uma ave ornamental com coreografias e cânticos, tendo como fato principal a morte do pássaro pelo caçador e sua ressurreição pelo pajé ou doutor. Os integrantes do cordão se vestem com as cores do pássaro homenageado.

 Roberto Castro/MTur
A história do boi-bumbá é parecida, um homem sai à procura de um boi para satisfazer o desejo da mulher. Ele mata o primeiro boi que encontra. Porém, o fazendeiro dono do animal chega logo na casa do homem que matou o animal e diz que ele era de estimação. Todos saem à procura de um pajé para ressuscitar o boi. Assim que o boi ressuscita, todos cantam e dançam. Nesse momento o animal começa a fazer investidas contra pessoas que assistem.

FONTE:[http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/turismo/2017/06/28/interna_turismo,605657/no-para-festejos-com-simbolos-locais.shtml]

domingo, 4 de junho de 2017

Zona da mata encanta visitantes e se consolida como roteiro turístico

Arte, história e natureza. A união dessas três palavras compõe um dos cenários mais encantadores de Alagoas. A Zona da Mata de Alagoas engloba diversos atrativos ricos em cultura e beleza, sendo um dos roteiros turísticos mais completos do Estado.
Nela, podemos destacar a Reserva Ecológica Osvaldo Timóteo, em São José da Laje. Considerada uma Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) desde 2007, a área é totalmente voltada para o reflorestamento e conservação da Mata Atlântica. A RPPN promove a educação ambiental através de atividades científicas, culturais e recreativas, além de desenvolver atividades econômicas que não comprometem o equilíbrio ecológico da área.
Ainda em São José da Laje, é possível realizar o “Roteiro Integrado da Civilização do Açúcar”, que inclui a visita à Usina Serra Grande, uma das mais antigas de Alagoas e pioneira no trabalho de conservação da Mata Atlântica. No terreno da usina, encontra-se ainda um museu que expõe objetos e fotografias do início do século passado.
No começo de abril, jornalistas e receptivos turísticos, a convite da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur), conheceram os atrativos da região. Para a secretária de Turismo de São José da Laje e administradora da RPPN Osvaldo Timóteo, Jacineide Maia, o destino vem ganhando notoriedade graças às ações de promoção desempenhadas.
"Disponibilizar a oportunidade de apresentar os atrativos e promover o destino é uma iniciativa louvável. Com isso, podemos incrementar o produto e possibilitar a permanência do visitante por mais tempo, além de criar um vínculo com o turista. Propostas como essa, trazem a certeza que estamos no rumo certo", comemorou.
Guia de turismo desde 2005, Fábio Bezerra recepciona os visitantes pela operadora WS Receptivo. Para ele, é de suma importância conhecer mais sobre pontos turísticos espalhados pelo Estado.
"Alagoas é um Estado muito rico e que apresenta com atrativos que englobam cultura, história, aventura. Muitos desses atrativos já são produtos prontos, faltando pequenas adaptações para incluir novas rotas, é o caso da Zona da Mata de Alagoas. Todos esses atrativos causam em nós uma sensação de pertencimento e de orgulho. Para nós, isso é fundamental!", disse Fábio Bezerra.
O estudante Felipe Miranda, de 22 anos, sentiu o bom momento e resolveu investir na região. Em 2015, montou a Ecoexcursão, uma empresa que promove passeios e trilhas na Zona da Mata. Segundo Felipe, a empresa organiza dois passeios em média por mês, com cerca de 30 integrantes cada.
“Eu e meu sócio percebemos o aumento da procura por esse segmento e resolvemos aproveitar a tendência. Procuramos sempre oferecer a oportunidade de o turista conhecer e vivenciar a aventura e a beleza de lugares como as cachoeiras de Tiririca (Murici) e do Anel (Viçosa). São experiências únicas, que valem muito à pena e reforçam o nosso amor pelo Estado”, afirmou Felipe Miranda.
A rota intitulada “Caminhos da Liberdade” também engradece a região e traz à tona toda a história do povo quilombola e sua cultura, sobretudo durante a visita ao Parque Memorial Quilombo dos Palmares. O parque faz parte da zona rural de União dos Palmares e representa a luta daqueles que viveram na Serra da Barriga, mais precisamente no Quilombo dos Palmares, principal ponto de resistência contra o regime escravocrata no Brasil.
Em União dos Palmares, além do parque, encontra-se a comunidade quilombola Muquém, bastante conhecida pelo seu artesanato. Com características próprias, os traços presentes nas peças de barro retratam a tradição dos moradores do povoado e ganham o mundo pelas mãos de turistas e colecionadores.
Recentemente, durante as ações do Governo Presente, a Gerência de Design e Artesanato da Sedetur entregou três placas de sinalização do projeto Alagoas Feita à Mão nas casas dos artesãos do Muquém. A aplicação das placas pretende identificar, agregar valor e tornar o local marcado para o turista que passar pela região.
“Alagoas possui um imenso potencial turístico. Para consolidá-lo ainda mais, temos apostado em estratégias como a divulgação dos destinos nos principais mercados emissores, com presstrips, famtours e contato estreito com a mídia e com os receptivos turísticos. Além disso, investimos na valorização do nosso artesanato. Promovendo esse segmento, criaremos uma fonte de renda consolidada para essas famílias e enalteceremos a arte e a história do nosso Estado”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Helder Lima.
FONTE:[http://www.cadaminuto.com.br/noticia/304836/2017/06/03/zona-da-mata-encanta-visitantes-e-se-consolida-como-roteiro-turistico]

terça-feira, 30 de maio de 2017

Belém é opção de destino brasileiro para fugir do frio



Enquanto na região Sudeste a tendência nas próximas semanas é de dias mais frescos e até baixas temperaturas em algumas localidades, quem não gosta do frio pode ficar longe disso tudo, optar por roupas mais leves, bebidas refrescantes e aproveitar todas as cores, paisagens, cheiros e sabores oferecidos pela capital paraense, Belém. Uma cidade com 401 anos de história, com temperatura média de 27º, praticamente o ano todo, e onde usar agasalhos é quase uma raridade.

Conhecida como ""Cidade das Mangueiras"", em razão do grande número de árvores da fruta espalhadas pelas ruas da capital, Belém também é um destino turístico marcado pela magia da floresta, por uma cultura de forte tradição indígena e religiosa. Belém é também a terra do Círio de Nazaré, procissão católica que reúne anualmente, no segundo domingo de outubro, mais de dois milhões de romeiros pelas ruas da capital. A importância dessa manifestação e sua grandiosidade resultou em seu reconhecimento como patrimônio cultural imaterial do país.

A secretária Silvana Cantos visitou Belém e conta que ""é uma cidade de culinária exótica, de cultura autêntica e locais interessantes de se conhecer. No Mercado Ver-o-Peso pude sentir diferentes aromas e sabores do Pará. É uma imensa feira livre onde se encontram desde peixes, frutas, ervas medicinais, doces, temperos, até artesanato local"", relata.

Silvana também deliciou-se com um saboroso suco de cupuaçu e recomenda a todos os turistas conhecer a praia de água doce Ilha do Mosqueiro. ""É calma e aconchegante. E as chuvas que caem do céu sem aviso prévio como se quisessem nos surpreender? E surpreendem. Belém é maravilhosa! Vou ter que voltar"", afirma, categórica.

Visita obrigatória

Como citou Silvana, o Mercado Ver-o-Peso é uma mostra farta de especiarias, frutas amazônicas e da comida tradicional paraense, onde é possível comprar comidas típicas da região e ainda provar o legítimo açaí, acompanhado de farinha d"água, farinha de tapioca e até camarão seco. Outra dica é saborear um sorvete com sabor de alguma fruta originária da região como cupuaçú, taperebá, bacuri, entre outros. No Mercado é possível, ainda, comprar porções que prometem tirar o mau olhado, chamar o amor ou trazer mais dinheiro em uma das várias barracas das chamadas erveiras.

Outro destaque é a Estação das Docas, complexo turístico às margens da baia do Guajará. O local comporta três armazéns e chega a receber média de 95 mil visitantes por mês, de acordo com informações do Ministério do Turismo.

Outra marca de Belém está no artesanato paraense de origem indígena. Utilizam-se todos os tipos de material retirado da própria região, como cerâmica, cestaria, talha, objetos de madeira, de conchas, cuias e outros materiais.

Para quem curte a natureza, uma opção de passeio é o Bosque Rodrigues Alves, uma amostra da mata amazônica original, com 2.500 árvores. O local abriga espécies da flora e da fauna como o peixe-boi amazônico, maior mamífero de água doce das Américas. O bosque tem área de 152 mil metros quadrados com lagos, grutas e orquidário. Foi construído pelo barão de Marajó, que sonhava com uma réplica do Bois de Boulogne, de Paris. O Parque e Museu Emílio Goeldi é um centro de pesquisa biológica e agronômica. Rara chance de conhecer um verdadeiro santuário da fauna e da flora amazônicas, informa a Coordenadoria Municipal de Turismo de Belém (Belemtur).

Outras atrações

A Belemtur elenca outros tesouros para os turistas. O Forte do Castelo foi erguido em 1878 no mesmo local onde os portugueses construíram em 1616 o forte do Presépio, marco da fundação da cidade. Os canhões ainda estão sobre seus trilhos de ajuste de pontaria no piso de pedra.

A Basílica de Nazaré, de 1909, reproduz a Basílica de São Paulo, em Roma. Na cripta, um museu sobre a tradicional festa do Círio do Nazaré. A Catedral da Sé possui painéis do italiano Domenico di Angelis e altar-mor doado pelo papa Pio 9. É daqui que parte todo ano o Círio de Nazaré. Foi inaugurada em 1771 e é uma das relíquias da cidade.

O Museu de Arte Sacra mantém exposição permanente de obras dos séculos 17, 18, 19 e 20. O Theatro da Paz teve inauguração em 1878, em estilo neoclássico. No teto do salão, pintura do italiano Domenico de Angelis. Marco da fase áurea do ciclo da borracha no Pará.

E, para completar o passeio, que tal uma visita à Cidade Velha, bairro que conserva a arquitetura colonial da cidade. Sobradinhos geminados, azulejos portugueses na fachada, ruas estreitas, becos e calçadas de pedra. Uma deliciosa volta ao passado. (Da Redação, com informações do Ministério do Turismo e Coordenadoria Municipal de Turismo de Belém).

FONTE:[http://www.jornalcruzeiro.com.br/materia/781858/belem-e-opcao-de-destino-brasileiro-para-fugir-do-frio]

Casa de Chico Mendes e Aeroporto de Belém homenageiam heróis brasileiros


José Aguilera/IPHAN
 
» ACRE
Xapuri
Depois de conhecer a realidade precária dos trabalhadores da região amazônica como seringueiro, Chico Mendes liderou um movimento de resistência pacífica que ganhou apoio internacional. O grupo defendia a floresta, os direitos dos trabalhadores e era contra a violência e a exploração dos patrões. Chico Mendes se envolveu em questões que envolviam a posse de terra — lutou contra donos de madeireiras, seringais e fazendeiros de gado. Por isso, foi ameaçado de morte várias vezes. Além disso, o herói foi responsável pela criação do movimento sindical no Acre, em 1975.

Como uma das pessoas que mais defenderam a ecologia, Chico Mendes ganhou vários prêmios e homenagens pelo mundo. A casa onde viveu seus últimos dias de vida, no centro da cidade de Xapuri, é o único bem tombado como patrimônio cultural nacional no Acre e foi recentemente restaurada. O imóvel é simples — uma casa cabocla —, feito de tábuas de madeira e coberto por telhas de barro. Lá dentro, os visitantes podem ver objetos pessoais e a cadeira onde o herói foi morto a tiros, em 1988.

FONTE[http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/turismo/2017/05/29/interna_turismo,598519/o-norte-dos-destemidos.shtml]

sábado, 13 de maio de 2017

Gamificação e turismo em terras indígenas são temas da “Revista Turismo em Análise”

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Revista Turismo em Análise, editada pelo Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo (CRP) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, acaba de publicar mais um número (v.28, n.1, 2017).
Nesta edição, os artigos discutem temas como inovação em turismo e competitividade regional, a legislação indigenista e perspectivas para o turismo em terras indígenas no Brasil, uma análise sobre o potencial da gamificação para aumentar a competitividade dos destinos turísticos, entre diversos outros.
A revista tem por objetivo a difusão de pesquisas, experiências científicas e estudos desenvolvidos por docentes, pesquisadores e profissionais na área de Turismo, Lazer e Hospitalidade, que sejam inéditos e relevantes para que a comunidade científica e a sociedade compreendam e valorizem as especificidades dessas áreas e subáreas do conhecimento. Mais informações: (11) 3091-4331, site www.revistas.usp.br/rta

FONTE: [http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-humanas/gamificacao-e-turismo-em-terras-indigenas-sao-temas-da-revista-turismo-em-analise/]

terça-feira, 11 de abril de 2017

Os desafios do turismo e a mobilidade urbana

Lisboa e Porto, que já tinham uma forte pressão de tráfego, têm agora a pressão acrescida dos turistas que avidamente procuram conhecer o máximo das cidades, muitas vezes no menor tempo possível.
Os números que Portugal tem apresentado ao nível do turismo são impressionantes e o mais incrível é que a tendência é para continuarem a crescer alavancados também na diversificação crescente dos mercados emissores.
São excelentes notícias para aquela que é a principal indústria nacional a criar riqueza e em exportações que precisa, por isso, de ser acarinhada por todos para que possamos maximizar os seus benefícios.
O uso da expressão “acarinhar” é propositado para reforçar a ideia de que precisamos de gerir este filão do turismo com algumas cautelas para evitarmos que se esgote demasiado depressa ou que se transforme numa bolha que corra o risco de rebentar.
Temos assistido mais vezes do que seria desejado, ao longo das três últimas décadas, à implosão de “bolhas” e aos efeitos desastrosos que provocaram, factos que vale a pena termos em mente quando estamos perante a formação potencial deste tipo de fenómenos.
O crescimento do turismo em Portugal tem uma componente muito importante que resulta do trabalho que os governos e as autarquias têm vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos, com especial destaque para o que tem sido feito em Lisboa e no Porto. É, de facto, impressionante verificar a dinâmica de ambas as cidades e o esforço que as autarquias têm posto no incremento da qualidade daquilo que as cidades têm para oferecer aos residentes, aos seus utilizadores habituais e aos turistas.
Por outro lado, o crescimento do turismo em Portugal resulta, também, da fuga de turistas de destinos, até há pouco tempo muito procurados, por estarem próximos de zonas de conflito ou, pelo menos, por se terem tornado aparentemente menos seguros.
Talvez por isso, há já quem queira notar que a pressão turística a que Lisboa e Porto estão sujeitas a começar a ultrapassar a escala do razoável. Estas suposições são, no entanto, exageradas, dado que ainda temos capacidade para muito mais. Assim consiga existir uma articulação entre os diversos instrumentos de gestão urbana. Entre eles, destaco, por razões óbvias, a questão da mobilidade urbana.
Lisboa e Porto, que já tinham uma forte pressão de tráfego por parte dos utilizadores habituais, têm agora a pressão acrescida dos turistas que avidamente procuram conhecer o máximo das cidades, muitas vezes no menor tempo possível. E essa pressão faz-se não só sobre o espaço público, mas também ao nível dos transportes públicos, cujo dimensionamento é capaz de não estar totalmente ajustado ao incremento do número de turistas.
Os modelos alternativos de mobilidade ao conjunto dos transportes públicos urbanos ganham, neste contexto, uma relevância acrescida. Podem constituir-se como um elemento determinante na diluição de congestionamentos resultantes da incapacidade e inflexibilidade desta oferta tradicional em ajustar-se aos picos de procura.
Além disso, estas soluções alternativas poderão, desde que bem enquadradas, ajudar as autarquias na capacitação das pessoas – e dos turistas – para que evitem, sempre que possível, o uso de automóvel próprio para se deslocarem dentro da cidade, porque poderão complementar a resposta que hoje ainda não existe ao nível de densidade da oferta.
Os cidadãos agradecem e os turistas também, se as cidades forem capazes de lhes oferecer, além de um espaço público aprazível, uma rede de mobilidade eficiente, cómoda e adequada aos picos de procura e ao perfil dos vários utilizadores.
FONTE: [http://observador.pt/opiniao/os-desafios-do-turismo-e-a-mobilidade-urbana/]

quarta-feira, 1 de março de 2017

Turismo: os melhores lugares para nadar com tubarões

O tubarão pode ser um dos animais mais assustadores do planeta, mas isso não impede que muitos aventureiros programem suas férias com o objetivo de mergulhar com esses temidos animais.
De acordo com dados da rede britânica BBC, estima-se que o segmento turístico de mergulhos com tubarões movimente  500 milhões de dólares (cerca de 1,5 bilhão de reais) por ano no mundo.
As modalidades de mergulho variam de acordo com a audácia do mergulhador, passando pela simples observação de dentro de gaiolas a uma interação maior, alimentando os animais.
A rede BBC separou alguns dos principais lugares que oferecem esse tipo de turismo ao redor do mundo. Confira as opções e programe-se: